
Murillo Boni Vitti, paulistano nascido em 1986, gay e formado em engenharia eletrônica, desde a infância sou movido pela curiosidade em entender como as coisas funcionam e criar. Ainda jovem, aprendi de forma autodidata desenho e pintura, e mais tarde encontrei na escultura um meio de dar corpo às ideias.
Meu trabalho parte de dualidades e conflitos ligados ao pertencimento, às inquietações, ao desejo e à identidade. Essas questões se manifestam por meio de contrastes, muitas vezes materializados em símbolos e gestos.


O homoerotismo também atravessa essa investigação, em que o corpo surge como espaço de exposição, vulnerabilidade e afirmação, ampliando as tensões entre intimidade e visibilidade.
